A eliminação do Brasil nas oitavas de final encerrou a campanha esportiva da seleção na Copa do Mundo de 2026, mas não impediu que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) saísse do torneio com uma receita relevante. Pela participação e pela colocação final, a CBF garantiu US$ 15 milhões em premiação, valor destinado às seleções que terminam entre o 9º e o 16º lugar.
O desempenho esportivo da seleção, no entanto, ficou abaixo do esperado. A trajetória brasileira terminou nas oitavas de final após derrota por 2 a 1 para a Noruega, no MetLife Stadium, em Nova York. Os dois gols noruegueses foram marcados por Erling Haaland, aos 79 e 90 minutos. O Brasil ainda teve dois pênaltis a favor: Bruno Guimarães desperdiçou a cobrança no primeiro tempo, defendida por Orjan Nyland, enquanto Neymar marcou nos acréscimos, apenas para reduzir a diferença.
O resultado fez o Brasil se despedir da Copa em sua eliminação mais precoce desde 1990, quando também caiu nas oitavas, naquela ocasião diante da Argentina, por 1 a 0. Ainda assim, a estrutura de distribuição financeira da FIFA garante que mesmo seleções que deixam o torneio antes das fases finais recebam cifras expressivas, em uma edição que elevou o patamar da premiação total.
Confira a divisão informada para a Copa do Mundo de 2026:
- Campeão: US$ 50 milhões
- Vice-campeão: US$ 33 milhões
- 3º lugar: US$ 29 milhões
- 4º lugar: US$ 27 milhões
- 5º ao 8º lugar: US$ 19 milhões
- 9º ao 16º lugar: US$ 15 milhões
- 17º ao 32º lugar: US$ 11 milhões
- 33º ao 48º lugar: US$ 9 milhões




