A Copa do Brasil terá premiação recorde em 2023. A equipe campeã irá embolsar a quantia de R$ 70 milhões de reais, enquanto a vice-campeã receberá R$ 30 milhões. No total, o campeão pode faturar até R$ 91,8 milhões, caso faça parte do Grupo I de premiações e dispute todas as fases da competição.
A premiação dos finalistas representa um aumento de 17% em relação ao pago pela entidade em 2022. Campeão da última edição, o Flamengo recebeu R$ 60 milhões, enquanto o Corinthians, vice-campeão, embolsou R$ 25 milhões.
As cotas das demais fases também receberam acréscimo de até 20%. As quantias a serem pagas para cada clube dependem diretamente do desempenho deles. As cotas serão distribuídas por cada avanço de fase, respeitando o grupo ao qual cada clube pertence.
Assim, dez clubes da Série A iniciam a competição com uma cota de R$ 1,4 milhão. Caso se classifiquem para a segunda fase, receberão mais R$ 1,7 milhão.
Em um segundo grupo estão 16 clubes da Série B, que largam com R$ 1,25 milhão, e em caso de classificação receberão mais R$ 1,4 milhão na segunda fase.
Por fim, o terceiro grupo é composto por 54 equipes, distribuídas nas Séries C, D e os que estão sem divisão nacional. Pela primeira fase, cada um receberá R$ 750 mil, e em caso de avanço para a segunda fase embolsarão mais R$ 900 mil.
A partir da terceira fase, o valor das cotas se torna único (R$ 2,1 milhões). Nessa etapa, além dos 20 clubes classificados das duas primeiras fases, entram na Copa do Brasil: Atlético-MG, Fortaleza, Flamengo, Palmeiras, Athletico, Internacional, Corinthians e Fluminense, que virão da Libertadores, além de São Paulo, classificado via Brasileirão, Cruzeiro, campeão da Série B, Sport, vice-campeão da Copa do Nordeste, e Paysandu, campeão da Copa Verde.
Náutico, Retrô e Santa Cruz são os demais clubes de Pernambuco e receberão as cotas do grupo 3.




