O novo Atto 2 DM-i Flex é o primeiro híbrido plug-in flex da marca no mundo, combinando eletricidade, gasolina e etanol em um único conjunto mecânico.
A proposta da montadora é levar a tecnologia híbrida plug-in para uma faixa de preço mais próxima dos SUVs compactos tradicionais, disputando espaço não apenas entre os eletrificados, mas também com modelos como Chevrolet Tracker, Honda HR-V, Hyundai Creta, Toyota Yaris Cross e Volkswagen T-Cross.
Fabricado no Brasil, o SUV foi apresentado em São Paulo em duas versões, GL e GS, com preços a partir de R$ 149.990.
Diferentemente de um híbrido convencional, o sistema DM-i foi projetado para priorizar a propulsão elétrica na maior parte do tempo. O motor elétrico é responsável por mover o veículo em boa parte das situações de uso, enquanto o motor 1.5 flex atua predominantemente como gerador de energia para recarregar a bateria.
A versão de entrada GL utiliza bateria Blade de 7,85 kWh e entrega até 45 km de autonomia elétrica pelo ciclo NEDC. A potência combinada chega a 177 cv, com torque de 300 Nm e aceleração de 0 a 100 km/h em 8,5 segundos.
Já a versão GS recebe uma bateria Blade significativamente maior, com 18,03 kWh de capacidade. Com isso, a autonomia elétrica sobe para até 110 km, enquanto a potência combinada passa para 197 cv. O torque permanece em 300 Nm.
Segundo a fabricante, a autonomia total pode atingir até 1.045 quilômetros com tanque cheio e bateria carregada.











