A Águas de Teresina iniciou as obras para construção de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) no bairro Tancredo Neves, zona Sudeste da capital. A obra irá beneficiar aproximadamente mais de 1,2 mil famílias. O valor do investimento é de R$ 5,8 milhões.

Nas Estações de Tratamento de Esgoto, a água servida e com impurezas que retorna de casas, empresas e indústrias passa por várias etapas para ser despoluída e devolvida ao meio ambiente. A coleta, afastamento e tratamento dos esgotos permitem a melhoria nas condições sanitárias da cidade e, consequentemente, mais saúde à população.

“Essa é uma obra que irá trazer mais qualidade de vida aos moradores do Tancredo Neves. A previsão é de que ela fique pronta até o final de junho do próximo ano e, a partir daí, também iremos trabalhar nas redes para colocar o sistema em funcionamento. Essa ETE é apenas mais uma entre as inúmeras ações que a Águas de Teresina tem feito para ampliar o serviço de coleta e tratamento de esgoto na cidade e tirar a capital do Piauí do ranking negativo do saneamento básico”, fala Diego Dal Magro, diretor-executivo da Águas de Teresina.

Teresina conta hoje com 15 Estações de Tratamento de Esgotos operadas pela concessionária, sendo três de maior porte e as demais compactas. Há ainda 29 Estações Elevatórias de Esgoto (EEE), unidades que bombeiam esgoto até a estação na qual será tratado.

No período de um ano de operação da Águas de Teresina (julho 2017 a julho de 2018), a capital do Piauí evoluiu sua cobertura de esgoto de 19% para 31%, um crescimento de mais de 60%. Os números refletem o investimento na ampliação dos serviços de coleta, afastamento e tratamento do esgoto.

No ano passado, a Águas de Teresina lançou o Teresina Saneada, programa que marcou o início das obras para ampliação da rede de esgotamento sanitário na cidade. Do total de R$ 1,7 bilhão em investimentos previstos para o período da concessão, cerca de 80% desses recursos serão aplicados nesse setor. A meta contratual prevê a ampliação da rede de esgoto de forma gradativa, chegando a 90% até 2033.

Autoria: Ascom Águas de Teresina